
De acordo com o entomologista e pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz, Rafael Freitas, há muito mosquito no Rio de Janeiro e, neste primeiro momento, não dá para identificá-los como o transmissor da dengue. Porém, destacou, caso os mosquitos sejam o Aedes aegypti, uma epidemia não está descartada.
Até a última quarta-feira (4) foram registrados 22.600 casos de dengue em todo o estado do Rio. No ano passado, 11.411 pessoas tiveram a doença. De acordo com nota divulgada pela Secretaria Estadual de Saúde, o número aumentou, porém ainda não é alarmante, e todas as medidas estão sendo tomadas para controlar o avanço da dengue.
Algumas recomendações para evitar a proliferação dos mosquitos são: não deixar água parada em recipientes como garrafas, vasos de plantas e pneus, além de manter as caixas de água bem tampadas para evitar os criadouros do transmissor da dengue.
Fonte: Agência Brasil

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